Olá

Este site pessoal não pretende ser muito lógico, mas apenas um lugar para eu arquivar o que tenho feito desde há vários anos. Interesso−me por web design, política, filosofia, por ler e escrever e ainda desenho e pinto umas coisas, portanto o site reflecte, ou há−de reflectir, os meus interesses.

Mas tem sido uma retaguarda da minha presença online. A maior parte do que escrevo aparece ou no meu blogue ou no Facebook. Mas resolvi (Março de 2015) fazer um face lift a todo o site, mexer no cógigo que estava na maior parte em PHP e agora passou para HTML5/CSS3 com o uso, finalmente disponível, de SVG. É possível que volte a puxar mais por esta página.

Identidade

Na secção Identidade, as páginas Quem sou e Trabalho ainda esperam pachorra para serem preenchidas. Escrevi uma pequena graçola em cada uma, só para não desiludir totalmente quem lá vá parar.

Na Formação, comecei a descrever o meu processo formativo e autoformativo e acabei quase numa autobiografia.

Falar de nós próprios não é simples. É preciso ter o bom senso de omitir coisas que adoramos dizer, mas que são uma seca para terceiros, bem como ter a coragem de dizer coisas que nos custam, mas que os outros poderão achar muuuuito interessantes. E saber se devemos dizê−las, de qualquer modo.

Assim, consultei a minha alminha preguiçosa sobre estas questões e ela ainda não me respondeu. Entretanto, fiquem lá com as graçolas...

Mas nessa secção há uma genealogia da minha família, onde é explicado finalmente o mistério da origem do nome Cabanita. Os Zé−Ninguéns como eu também podem ter uma genealogia, não são só os pretensos fidalgos. Os meus antepassados podem não ter comandado exércitos nem armadas, mas são gente concreta cujas vidas tiveram consequências − uma delas eu.   

Interesses

Na secção interesses já há bastante mais para ver. Como eu sou um leitor compulsivo, há algumas notas de leitura, não sobre todos os livros que li recentemente, mas sobre os que me interessaram o suficiente para querer escrever sobre eles. Trata-se de Battle Ready, de Tom Clancy, Plan of Attack, de Bob Woodward, a trilogia Baroque Cycle, de Neil Stephenson, O Codex 632, de José Ribeiro dos Santos, Bilhete de Identidade, de Maria Filomena Mónica, e Baudolino, de Umberto Eco. Esperam oportunidade de ganhar notas de leitura The Rule of Four, de Ian Caldwell e Dustin Thomason, Freakonomics, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner, mais uma nota conjunta para Diplomacy, de Henry Kissinger, e Estratégia III e V, do gen. Loureiro dos Santos.

Seguem−se os textos, artigos de opinião sobre um assunto ou outro. Para já apenas quatro, mas espero que brevemente haja mais.

Uma noite com os lutadores fala de um espectáculo de full contact e é um dos textos mais estranhos que já escrevi. Ainda estou para saber se estava então na plena posse das minhas faculdades...

O Povo é que tem a culpa, é uma espécie de manifesto político muito pouco ortodoxo (como devem ser os bons manifestos políticos).

Marxistas de todo o mundo... é um ajuste de contas com a ideologia em que desperdicei muito esforço durante a minha juventude, bem como uma reflexão sobre as perspectivas históricas da esquerda.

Os ilhéus de Quemoy e Matsu alinhava umas ideias sobre comunicação social.

Há uma reportagem sobre um passeio às casas onde vivi a minha infância, cheia de fotos e texto.

Não pinto a óleo há muito tempo. Tenho algumas pinturas em Arte.

Por fim as fotos. Eu não sou um fotógrafo profissional, portanto não espere obras−primas. Há uma zona pública com poucas fotos, e uma zona privada com fotos de família, em particular dos meus netos Hugo e Rita. Para lá entrar precisa da senha. Contacte−me e eu dou−lha (se achar que devo, claro).

Espero que goste.   


Carlos Cabanita

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